1 de setembro de 2014

Eleições 2014: Militar, encontre um candidato pra chamar de seu e VOTE!



LIÇÕES NÃO APRENDIDAS

"Militar ! Vote em militar e se esforce para mudar mentes atrofiadas e retrógradas daqueles que nos cercam. Esse empenho envolve: divulgação dos candidatos militares aos demais, incluso, inativos e pensionistas, bem como exigir de todos aqueles que dependem de nossa remuneração a sua fidelidade na hora de votar ou seja que votem em militar." 
Capitão Roberto Alves, o 'Chapa-Quente'

O Brasil na Grande Guerra

O que é isso, General?


Cláudio Humberto
O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, chefiado pelo general José Elito, vai gastar R$ 45.445,04 comprando lençóis, colchas e fronhas, todos de 200 fios. Sem esquecer os travesseiros, claro.
DIÁRIO DO PODER/montedo.com

31 de agosto de 2014

A precarização salarial das Forças Armadas brasileiras

De todas as instituições imbuídas constitucionalmente de garantir a paz social e a segurança pública, as Forças Armadas são as mais defasadas, seja em termos de progressão na carreira, seja na questão de moradia ou em questões salariais.

Jefferson Gomes Nogueira*
Sociólogo e mestre em História Jefferson Gomes NogueiraÉ recorrente o envio de tropas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica em apoio aos estados brasileiros para as mais diversas demandas. Depois da atuação das Forças Armadas antes, durante e depois da fatídica Copa das Copas, em que centenas de militares ficaram meses longe de seus familiares para garantir o sucesso daquele evento, necessário se faz colocar na agenda dos presidenciáveis a questão da defasagem salarial que vitima essa categoria social há anos.
Numa comparação rápida no portal da transparência do governo federal pode-se constatar a disparidade salarial existente entre o Ministério da Defesa e outros órgãos de segurança pública do País, sejam eles estaduais ou federais.
Assistimos, nos últimos meses que antecederam a Copa, ao emprego do Exército e da Marinha no estado do Rio de Janeiro, em Salvador e em Pernambuco, em missões que caberiam, à luz da Constituição Federal, a outros órgãos de segurança pública.
O emprego das Forças Armadas no combate ao tráfico de drogas deveria se restringir a vigilância de nossa extensa faixa de fronteiras; entretanto, essas tropas federais vêm sendo constantemente utilizadas em ações de apoio às operações policiais contra o crime organizado e o tráfico de drogas no meio urbano, missão que foge a sua especificidade operacional e constitucional, haja vista que são ações de natureza policial.
Não obstante ao fato de que, na estrita Garantia da Lei e da Ordem, podem as Forças Armadas ser empregadas após o pedido dos governadores à Presidência da República, o fato é que em muitos desses casos essa missão caberia à Força de Segurança Nacional, criada justamente com essa finalidade. Essa força especializada composta por policiais civis e militares, por peritos criminais e por bombeiros militares das diversas unidades da federação trabalha atrelada à Secretaria de Segurança Pública do Ministério da Justiça.
Além dessas missões de intervenção direta no combate à criminalidade, as Forças Armadas atuam nos lugares mais longínquos do País não só na missão de segurança das fronteiras nacionais, mas, sobretudo, na estabilidade social daquelas localidades. Seu emprego vai desde a construção/reconstrução e manutenção das vias de acesso (estradas e pontes), passando pela assistência médica/odontológica às populações locais, até ao apoio à educação básica.
Desnecessário se faz, nesse pequeno artigo, ressaltar o importante papel das Forças Armadas na missão de paz no Haiti, que já dura mais de uma década e que já custou a vida de dezenas de militares brasileiros.
Dessa forma, é imprescindível que a defasagem salarial das Forças Armadas entre nos debates dessa campanha presidencial, haja vista que aquela instituição está diretamente envolvida nas questões inerentes à segurança pública, em que, historicamente, assistimos, por ocasião das diversas greves das Polícias Militares Estaduais, à imediata e pronta intervenção das Forças Armadas na garantia da segurança pública em diversos estados.
A questão crucial é que as Forças Armadas são impedidas, por dispositivo legal, de fazer greve e reivindicar seus direitos. Esse fato as deixam numa situação paradoxal, pois, enquanto as forças auxiliares exercem seu justo direito de lutar por suas demandas mais prementes, os militares das Forças Armadas veem, silenciosamente, seus salários e seus direitos sendo usurpados significativamente.
De todas as instituições imbuídas constitucionalmente de garantir a paz social e a segurança pública, as Forças Armadas são as mais defasadas, seja em termos de progressão na carreira, seja na questão de moradia ou em questões salariais.
A Medida Provisória nº 2.215-10, de 31 de agosto de 2001, que trata da remuneração dos militares das Forças Armadas e que suprimiu diversos direitos da categoria, tramita no Congresso Nacional há mais de uma década, demonstrando o total descaso pela categoria. “Ou se revoga toda a MP, com os efeitos maléficos que eles trouxeram, ou então se discute as emendas que apresentamos.
Do jeito que está não podemos mais ficar. É preciso que o Executivo entenda que precisa remunerar os militares dignamente”, defendeu Ivone Luzardo, presidente da União Nacional das Esposas dos Militares e Pensionistas, Unemfa, durante reunião entre o presidente do Senado, Renan Calheiros, e dezenas de representantes de associações dos mais diversos setores da Marinha, Exército e Aeronáutica, ocorrida em 13 de maio deste ano. De acordo com os representantes dos militares, mais de oito milhões de pessoas dependem da votação da MP 2215/2001.
Para uma instituição que figura em segundo lugar no quesito credibilidade e confiança da população brasileira, sua situação salarial está longe de corresponder a tamanho grau de responsabilidade e prestígio.
*Sociólogo e mestre em História (historiasocial2009@yahoo.com.br)
CORREIO DO ESTADO/montedo.com

Exército destrói plantação com 1.200 pés de 'folha de coca' na Amazônia

No Amazonas, Exército destrói 1200 pés de planta que dá origem à cocaína
A ação fez parte da operação Curare II e destruiu plantações de epadú na região de Amaturá, no interior do Amazonas.
Exército soube da plantação por meio de de denúncias de moradores.
Foto: CMA / Divulgação
Neto Cavalcante / portal@d24am.com
Tabatinga (AM) -Tropas do Exército Brasileiro destruíram, nesta sexta-feira (29), mais de mil e duzentos pés de epadú na região de Amaturá, no interior do Amazonas. A plantação encontrada pelos militares através de denúncias da própria população ribeirinha confirma as suspeitas de que o plantio da folha que dá origem à cocaína está sendo feito também dentro do território brasileiro, ao longo da região de fronteira no extremo oeste do Amazonas.
A ação fez parte da operação Curare II (substância paralisante usada pelos índios para caçar animais), em andamento desde o mês de junho e que tem como objetivo reprimir a ação criminosa do tráfico internacional dentro do Brasil. A estratégia dos militares é combater o plantio da folha e ganhar a confiança e apoio das populações locais.
De acordo com o Tenente Coronel Pedra, comandante do 17° Batalhão de Infantaria de Selva (17º Bis), com base em Tefé, o cultivo da epadú foi denunciado por moradores ribeirinhos do município de Amaturá, distante 909 quilômetros de Manaus. Uma das contrapartidas da cooperação dos ribeirinhos foi o atendimento médico e odontológico feito por profissionais de saúde do Exército, durante a operação.
Os pés de epadú estavam plantados em meio a plantações de mandioca, abacaxi e banana. Ainda de acordo com o comandante da operação, este tipo de cultivo consorciado dificulta a identificação dos ilícitos quando avistados de aeronaves.
O epadú está pronto para a colheita quando a planta atinge cerca de 2 metros de altura, com oito a nove meses de cultivo. O material destruído pelo exército poderia se transformar em até 50 quilos de cocaína, se misturado a outros substratos durante o refino da droga. A área fica perto de Tabatinga, na fronteira do Brasil com Colömbia e Peru. Os militares usaram lanchas e estavam portando armamento pesado. Pelo ar, o apoio foi era feito por helicópteros blackhawk, os mais modernos da aviação do Exército, equipado com metralhadoras e lançadores de mísseis ar-terra. Nenhuma pessoa foi presa.
A plantação estava vazia, mas pelo tamanho das plantas, a estimativa é de que o plantio tenha sido feito de dois a três meses.
A ação contou com 184 militares do 17° BIS com o apoio do 8° BIS e de homens da polícia civil e Polícia Militar.
D24am/montedo.com

RJ: soldado do Exército é algemado à força por PMs de UPP

Vídeo mostra soldado do Exército sendo algemado à força por PMs de UPP
Jovem estava à paisana. Caso ocorreu no Morro Chapéu Mangueira, no Leme
Imagem mostra PM algemando soldado do Exército no chão no Morro Chapéu Mangueira - Reprodução / Internet
RUBEN BERTA
RIO — Um vídeo gravado por celular na última quarta-feira, que mostra uma abordagem de policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro Chapéu Mangueira, no Leme, vem se espalhando desde sexta-feira pelas redes sociais. As cenas mostram o rapaz, um soldado do Exército de 18 anos, morador da comunidade, que estava à paisana, sendo algemado à força pelos PMs. Ele tenta se desvencilhar, mas acaba sendo imobilizado no chão. No início das imagens, um policial aponta o dedo para o jovem e diz “eu te prendo, eu te prendo”. Em seguida, já agarrando o morador, ele completa: “Você vai algemado, você vai algemado, para você aprender!”. Três agentes fazem a imobilização.
O jovem foi procurado pelo GLOBO, mas preferiu não dar declarações sobre o caso. Ele revelou a amigos, porém, que já dentro do carro da PM que o conduziu para a delegacia, teria recebido ameaças, inclusive de morte. Ao contar que é militar, um sargento da UPP, segundo a versão dos amigos, teria pedido para ele prestar continência, mas o rapaz se recusou, alegando que naquele momento estava à paisana. Os policiais também teriam duvidado que o jovem é militar porque ele não estava com sua carteira de identificação no momento da abordagem. Durante o vídeo, também é possível ver que um PM tenta impedir a gravação das imagens.

Em nota, a comandante da UPP Chapéu Mangueira/Babilônia, tenente Paula Apulcro, dá outra versão, alegando que outros fatos teriam ocorrido antes da gravação das imagens: “Uma equipe policial da unidade estava em patrulhamento pela Ladeira Ary Barroso, no Morro Chapéu Mangueira, quando um soldado solicitou que um homem, de 18 anos, encostasse em um canto para ser revistado. O rapaz disse então que era da Brigada Paraquedista do Exército, que não aceitaria ser revistado e que o policial não tinha autoridade para realizar aquela abordagem nele. O soldado então pediu sua identificação de militar, mas ele disse que não se identificaria, pois não daria satisfação a um soldado e que só reconhece como militar os superiores dele”.
Também segundo a comandante da UPP, “o PM chamou o sargento, que chefiava a equipe, e explicou a situação. O sargento disse ao soldado que na esfera militar exigia-se respeito, mas ele foi ficando arredio e agressivo e, aumentando o tom de voz, começou a dizer que todos ali eram corruptos. Nesse instante, lhe foi dada voz de prisão por insubordinação. Ele tentou fugir dos policiais sendo necessário ser algemado para poder ser levado até a 12º DP (Copacabana), onde o caso foi registrado como desacato”.
Amigos do rapaz disseram que os PMs teriam feito a abordagem o acusando de ter publicado na internet imagens de agressões praticadas por policiais, o que foi negado pelo jovem. A abordagem ocorreu por volta das 17h30m de quarta-feira, quando o soldado estava voltando da autoescola. Nos últimos dias, ele estaria evitando sair de casa, com medo de sofrer represálias. Na 12ª DP, o morador também registrou queixa de agressão e de ameaça.
O GLOBO/montedo.com

Eleições 2014: Forças Armadas vão dão apoio logístico a 80 cidades

Forças vão ajudar no transporte de pessoal, urnas eletrônicas e demais materiais durante eleições, em cidades do Centro-Oeste e Norte

Militares vão ajudar para que todos tenham condições de votar
Divulgação/TSE
Militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea vão prestar apoio logístico a cidades e localidades de difícil acesso da Região Centro-Oeste e Norte, no transporte de pessoal, urnas eletrônicas e demais materiais durante as eleições 2014, em outubro.
A atividade é uma das ações subsidiárias das Forças Armadas prevista na Constituição. O objetivo é assegurar condições para que moradores de lugares inóspitos possam exercer a cidadania e votar em outubro.
Até o momento, mais de 80 comunidades dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Roraima e Mato Grosso do Sul solicitaram o serviço ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com informações da Subchefia de Operações do Ministério da Defesa (MD), a expectativa é de que esse número aumente até às vésperas das eleições.
Caso haja autorização do TSE, as Forças Armadas irão atuar, também, na Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no primeiro e segundo turno nas localidades que necessitarem de apoio. A finalidade é permitir que os candidatos entrem em redutos eleitorais com segurança, bem como no entorno de áreas de votação
Fonte: Ministério da Defesa
PORTAL BRASIL/montedo.com

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