31 de agosto de 2015

Melhor resposta!

Morre o general brasileiro comandante de missão da ONU no Haiti

General do Exército, José Luiz Jaborandy Júnior tinha 57 anos.
Militar ocupava o cargo desde março do ano passado.
General Jaborandy discursa durante evento no Haiti (Foto: UN)
Do G1, em São Paulo (*)
Morreu neste domingo (30), aos 57 anos, o general do Exército, José Luiz Jaborandy Júnior, comandante militar da missão da ONU no Haiti. O brasileiro assumiu a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) em 15 de março do ano passado em substituição ao general Edson Leal Pujol.
A informação da morte foi confirmada ao G1 pelo filho do militar. Jaborandy teria sofrido um infarto fulminante durante uma viagem do Haiti a Manaus, onde iria conhecer sua neta, nascida há poucos meses. Ainda não há informações sobre o funeral do general.

Carreira
Antes de atuar no Haiti, a última missão de Jaborandy foi comandar a 8ª Região Militar, em Belém (PA), ligada ao Comando Militar do Norte. Ele ingressou no Exército Brasileiro em 1976 e se formou pela Escola de Comando e Estado-Maior do Brasil e pelo Instituto de Estudos Superiores Militares de Portugal.
Jaborandy também já serviu como assessor parlamentar do Gabinete do Comandante do Exército. Além de ter sido observador militar do Grupo de Observação das Nações Unidas na América Central (Onuca), em 1991, e da Missão de Observação das Nações Unidas em El Salvador (Onusal), em 1992.
(*) Colaborou G1 AM
G1/montedo.com

30 de agosto de 2015

Conflito agrário no MS: após morte de indígena, Exército se prepara para intervir

Após morte, governo apela e Exército vai intervir em área de conflito

Thiago de Souza
O governo Federal, por meio do Ministério da Defesa, determinou, neste sábado (29), o envio de tropas do Exército Brasileiro para fazendas na região de Antônio João, município distante 279 quilômetros de Campo Grande. O clima no local é tenso devido a disputa por terras entre indígenas e produtores rurais. Neste sábado, os fazendeiros retomaram uma das propriedades invadidas e na ação, um índio foi encontrado morto, segundo o DOF (Departamento de Operações de Fronteira). Os militares já estão sendo mobilizados e devem chegar a região neste domingo (30).
A intervenção de tropas federais no Estado é um pedido do governo do Estado, feito pela secretaria de Governo e de Segurança Pública, por meio das bancadas na Câmara e no Senado. O contato com o ministro da Defesa Jacques Wagner foi feito pelo senador Delcídio do Amaral, na tarde deste sábado (29). O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo também foi consultado sobre o assunto.
Diante do clima de tensão instalado no local, e ser uma região de fronteira, o ministro da Defesa determinou a convocação do exército para garantir a lei e a ordem nas propriedades rurais e na região como um todo.

Segurança reforçada
Na noite deste sábado (29), mais 30 homens da Força Nacional de Segurança chegaram a Dourados, vindos de Brasília para atuar na região. O objetivo é evitar um possível confronto entre índios e produtores rurais por conta da disputa por terras.
Leia também
MS: Governo pede intervenção do Exército em conflito entre índios e produtores. Imagens inéditas mostram a destruição em fazenda invadida.
Militares do exército chegam a área de conflito e estudam local para base


Equipe do Exército já está na cidade e vai montar base em fazenda. (Foto: Marcos Ermínio) Viviane Oliveira e Antonio Marques, enviado especial a Antônio João

Equipe do Exército do 10º Regimento de Cavalaria Mecanizada de Bela Vista já está na região de Antônio João, distante 279 quilômetros de Campo Grande. O capitão acompanhado de três soldados foi até uma das propriedades rurais ocupadas conversar com o comandante da Força Nacional para saber onde será montada a base dos militares.
Até o momento, tudo indica que as barracas serão montadas na Fazenda Fronteira. O número de militares que foram enviados para o local ainda não foi divulgado.
O Governo Federal determinou o envio de tropas do Exército Brasileiro para as fazendas na região, depois que os fazendeiros conseguiram reaver duas das seis propriedades retomadas pelos indígenas. Durante o confronto, o indígena Kaiowá Guarani Semião Fernandes Vilhalva, 24 anos, foi encontrado morto com tiro na cabeça.
Por enquanto, quatro caminhonetes da Força Nacional e uma do Exército estão na região. Nesta manhã, equipes do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e Força Nacional escoltam os produtores rurais nas sedes das fazendas Barra e Fronteira. Uma equipe do Exército já está na região.
Segundo o DOF, na Fazenda Barra estão 13 pessoas escoltadas por uma equipe deles. Na Fazenda Fronteira, são quatro produtores rurais que estão sob a guarda de policiais da Força Nacional. Os índios estão espalhados na região, próximo das estradas. As sedes das Fazendas Piquiri, Cedro, primavera e Brasil continuam ocupadas pelos indígenas. Hoje, por volta das 8h40, duas viaturas do DOF levaram mantimentos até as propriedades.

Não!!! Este Blog não é politicamente correto!


Nos dias de hoje, poucas coisas me irritam mais que o tal politicamente correto. Essa prática asquerosa, ideológica e mentecapta  entranhou-se no pensar cotidiano de muita gente. Ela monitora "corações & mentes", ditando regras e inibindo, entre outras, uma das mais legítimas forma de expressão do ser humano: o humor.
Duas postagens de ontem estão sendo alvo dos patrulheiros da mediocridade:  'Provérbios', do Milico Bizurado e 'Capelão Rasteiro', do Super Jurunas.

Provérbios...
Anônimo disse...Muito criativo, porém inoportuno, por tratar-se de uma paródia feita a partir de um texto sagrado.
Capelão rasteiro
Luiz Antonio disse...Uma piada de extremo mau gosto. Não precisava uma divisa de cabo!!! Mais uma vez mostra-se a discriminação ... uma pena!!!
Mas vamos em frente!!!
alex sandro disse...Mostra mais uma vez a discriminação que existe nas forças armadas, pois além de praça e ainda negro. Muito mau gosto essa piada
Anônimo disse...Cabo negro e oficial branco.....
Normal em se tratando de uma força altamente discriminatória....
Esses comentários refletem a linha tacanha do sub-pensamento que quase conseguiu retirar o livro "Caçadas de Pedrinho", de Monteiro Lobato (só para lembrar: O Dia Nacional do Livro - 29 de outubro - é homenagem ao aniversário de Lobato) do currículo das escolas públicas, por suposto racismo.
Indo por esse caminho, eu deveria odiar Walt Disney por seu Sargento Garcia gordo, burro e trapalhão, sempre humilhado pelo Zorro.
Deveria enviar uma carta-bomba para Mort Walker, afinal, o Sargento Tainha, além de glutão e violento, sempre é engambelado pelo Recruta Zero. De quebra, o Mort ainda colocou farda em um cachorro (o Otto).
E o que dizer do ridículo Sargento Pincel, d'Os Trapalhões'?
Pelo pensar dessa gente, o genial Costinha com suas piadas de 'bichinhas' seria apedrejado em praça pública. O 'Painho' de Chico Anysio e o 'Capitão Gay' do Jô Soares seriam personagens malditos.
Poderia enumerar uma lista de idiotices semelhantes, mas encerro dando aos patrulheiros um conselho ponderado:
- Vão chupar um carpim sujo!!! E achem outro blogueiro para torrar a paciência!

E aí, Evo, vai encarar?

Rankig militar dos países da América do SUl
A manifestação, em tom de advertência, do presidente boliviano Evo Morales - reproduzida aqui no blog no dia 22 - suscitou o fervor patriótico daqueles que entenderam as palavras do cocaleiro andino como uma ameaça de guerra, em caso de um hipotético golpe de estado para derrubar Dilma Rousseff.
Entretanto, em nenhum momento Evo faz referência à uma solução militar. Seu recado aos chefes militares brasileiros limitou-se ao tom bravateiro-folclórico comum aos protoditadores bolivarianos, como Hugo Chávez, Nicolás Maduro e Rafael Correa.


Mas e se - apenas se - ocorresse uma guerra entre os dois países? 
O site Global Fire Power apresenta o ranking do poderio militar de 126 países. Nele, o Brasil figura em 22º lugar e a Bolívia em 88º.
No ranking da América do Sul, as forças armadas brasileiras estão no topo e as bolivianas em oitavo, a frente apenas da guatemaltecos, paraguaios e uruguaios.

Compare o poderio militar dos países em 'litígio':
E aí, Evo, vai encarar?

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