26 de março de 2015

Caso Gabriel: Exército reluta em cumprir decisão judicial que garante tratamento no exterior.


Exército descumprirá ordem judicial?
JUIZ condena UNIÃO a custear despesas médicas de Criança. Mas, Exército reluta em cumprir determinação.

Robson A.D.Silva
Há algumas semanas publicamos artigo aqui (Veja Aqui) denunciando a situação por que passa uma família de militares brasileiros, que com a cara e a coragem partiram para os Estados Unidos em busca de tratamento de saúde para seu filho. Depois de reiteradas solicitações infrutíferas ao Comando do Exército, ir para os EUA contando apenas com doações de amigos e caridade de instituições filantrópicas foi a única opção para tentar salvar Gabriel, que sofre de um tipo raro e extremamente cruel de epilepsia.
Hoje fomos informados que a justiça, depois de examinar por mais de dois anos as alegações, laudos e exames, que provam que no Brasil não existem ainda os procedimentos necessários, respondeu afirmativamente a ação interposta pela família solicitando o tratamento nos Estados Unidos.
A imagem da decisão está aí embaixo.
decisão contra o exército
Infelizmente o que deveria ser uma boa notícia se transformou em mais um drama para a família, e decepção para centenas de amigos, que acompanham a situação do Gabriel, que essa semana mais uma vez teve que ser internado na UTI, após uma fortíssima convulsão.
Segundo a família, o Exército se nega a cumprir a decisão judicial, e exige que todos retornem para o Brasil.
Mesmo que a decisão judicial determine expressamente que o tratamento seja iniciado agora em março, a família foi informada pelo Exército que deve retornar ao Brasil para realizar novamente procedimentos que atestem que só há tratamento médico para seu filho no exterior.
A família explica que a necessidade do tratamento nos EUA já foi exaustivamente provada. Arcar com as despesas para vir ao Brasil para realizar procedimentos que já foram realizados é uma afronta à inteligência de qualquer pessoa. A criança, assim como toda a família, já estão nos EUA fazendo parte do tratamento a custa de seguidos empréstimos na POUPEX e doações recebidas de amigos e seria algo traumático e extremamente dispendioso interromper tudo para uma viagem desnecessária.
Vejam aqui a página no Facebook da família do Gabriel Machado
Leia também:
E aí, General Villas Bôas? Uma vida depende de sua assinatura.
Conversamos com Perla, a mãe de Gabriel, ela se mostra extremamente decepcionada com o que tem ocorrido no país. Para ela o que interessa é salvar a vida de seu filho. E, pelo que demonstra, lutara até o fim por ele. Sua última postagem nas redes sociais mostra o drama vivido por ela e toda a família.
“Tem dinheiro para tudo mas não tem dinheiro para pagar o tratamento de uma criança? Para fornecer uma ajuda de custo que é DIREITO nosso?? EU SIRVO UMA PÁTRIA QUE NÃO ME SERVE. Eu cansei de viver de aparências, de fingir que está tudo bem. Não sou covarde, sou MÃE. Estou acabada, arrasada, a dor que eu sinto tamanha insensibilidade, perseguições, egocentrismo desnecessário em detrimento da vida do meu filho. Acabou chega !!! SOCORRO: Violaram todos e quaisquer direitos do meu filho !!!”
O Exército Brasileiro é conhecido como uma das instituições mais criveis e respeitadoras das leis e decisões judiciais. Dito isso, queremos aqui acreditar que não ignoram a situação vivida por uma família de militares, que são parte importante do corpo chamado Forças Armadas. Fica então um questionamento importante: se já existe uma decisão judicial favorável ao menino, o que falta para que o Exército Brasileiro se apresse em custear as despesas médicas de uma criança que precisa com urgência disso?
Todos aguardamos uma resposta do Comandante do Exército.
SOCIEDADE MILITAR/montedo.çom

Confira aqui a tramitação do Mandado de Segurança impetrado na Justiça Federal da Bahia.

SP: MP apura falhas do Exército na fiscalização de armas e explosivos.

Inquérito mostra vulnerabilidade de sistema de gerenciamento de armas
MP investiga como bandidos obtêm explosivos para roubar caixas eletrônicos. Procuradoria vai apurar falhas na fiscalização, que cabe ao Exército.
23 de janeiro: caixa eletrônico ficou completamente destruído após ação em Orlândia/SP (Foto: Paulo Souza/EPTV)
O número de ataques a caixas eletrônicos cresce a cada ano em São Paulo. Foram 80 casos em 2012, 100 em 2013 e 134 ataques no ano passado. É um número alarmante. Desde janeiro, somente a capital paulista e Região Metropolitana já registraram 31 explosões de caixas eletrônicos.
E diante do aumento desse tipo de crime, o Ministério Público Militar decidiu investigar como as quadrilhas conseguem os explosivos. A principal suspeita é de que os artefatos são desviados em pedreiras ou no transporte, depois que saem das fábricas. Mas a procuradoria também vai apurar falhas na fiscalização, que cabe ao Exército.
A GloboNews teve acesso a um inquérito que mostra como é vulnerável o sistema usado para o gerenciamento de armas.
Na madrugada do último dia 13, um caminhão usado no transporte de explosivos foi roubado em Guarulhos, na Grande São Paulo. O veículo saiu da fábrica em Cruzeiro, no interior do estado, e transportava 14,5 toneladas de emulsão de dinamite, que seriam levadas para minas de carvão em Criciúma, Santa Catarina.
O caminhão foi encontrado no dia seguinte, na Marginal Tietê, na capital, já com outra placa. Mas estava sem a carga. O motorista do veículo foi preso depois de confessar participação no sumiço das dinamites.
No dia 17, 14 toneladas do explosivo foram recuperadas dentro de outro caminhão, no limite de Guarulhos com Itaquaquecetuba. Os 500 quilos restantes já haviam sido distribuídos.
A polícia estima que o potencial de destruição de toda a carga seria suficiente para explodir até 20 mil caixas eletrônicos.
Para prevenir roubos como esse e evitar que os explosivos sejam usados para ataques em caixas eletrônicos, desde o dia 1º de março esse tipo de carga tem que circular pelo estado de São Paulo com escolta particular. Depois de uma reunião de emergência com a Secretaria da Segurança Pública e a Febraban, a Federação Brasileira dos Banco, o Exército baixou uma resolução tornando a escolta obrigatória em São Paulo.
No caso do caminhão roubado em Guarulhos, no entanto, o dono da transportadora admitiu que o veículo circulava sem escolta. A fiscalização da resolução cabe ao Exército. O Ministério Público Militar abriu uma investigação criminal considerando a alta incidência de uso de explosivos para roubo do dinheiro contido em caixas eletrônicos. Até a sede da Procuradoria de Justiça Militar em São Paulo já foi invadida por criminosos em busca dessas máquinas.
O procedimento instaurado pelo MP também leva em conta que é atribuição do Exército fiscalizar a fabricação, o manuseio e o armazenamento de explosivos por meio de vistorias. Para o Ministério Público Militar, o serviço de fiscalização de produtos controlados do Exército em São Paulo não desempenha seu papel de forma adequada. Um inquérito instaurado em 2012 constatou irregularidades nos certificados de registro de arma de fogo e de colecionador de um homem que já havia sido condenado pela Justiça paulista.
A lei só permite que pessoas consideradas idôneas, sem condenação, consigam esse tipo de registro. No inquérito ficou comprovado que Edmilson Pereira Nunes Júnior contou com a ajuda de um funcionário do serviço de fiscalização de produtos controlados, que não foi identificado, para alterar e inserir informações falsas no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas, o Sigma. A investigação foi aberta depois que Edmilson foi preso pela Polícia Militar em um apartamento em São Paulo, onde foram encontradas 11 armas, entre fuzis, espingardas e pistolas, além de R$ 155 mil em dinheiro.
Militares ouvidos no inquérito se queixaram da estrutura precária e da falta de pessoal para o volume de trabalho no serviço de fiscalização de produtos controlados. Também admitiram descontrole no acesso ao sistema. Segundo eles, senhas eram compartilhadas e havia casos de funcionários que entravam em mais de um terminal, depois usado por outro operador devido às circunstâncias do trabalho.
Em nota, o Exército disse que 200 pessoas, entre militares e civis, atuam no serviço de fiscalização de produtos controlados. E que a estrutura vem se aprimorando com implementação de procedimentos para melhorar o atendimento e também a segurança do transporte de explosivos.
Ainda segundo o Exército, as atividades de fiscalização contam com diversas equipes de vistorias. Nessas atividades são verificadas a fabricação, o comércio, o armazenamento, o tráfego e também a segurança na guarda dos explosivos e acessórios. Mensalmente, o Exército fiscaliza cerca de 9 mil empresas que manipulam produtos controlados.
GLOBO News/montedo.com

PB: 'Exército deve assumir a transposição do São Francisco', diz deputado;

Paraibano quer obras da transposição na mão do exército Paraibano quer obras da transposição na mão do exército
O deputado estadual Janduhy Carneiro (PTN) sugeriu na manhã desta terça-feira, 24, que a Assembleia Legislativa da Paraíba solicite uma audiência ao ministro da Integração Nacional e que a bancada federal, composta pelos deputados e senadores paraibanos, solicite uma audiência com a presidente da República, Dilma Rousseff, para que a continuidade das obras de transposição do rio São Francisco fique sob a responsabilidade do Exército Brasileiro.
“Nossa preocupação é que algumas daquelas empresas que estão envolvidas no escândalo de corrupção e propinas, descoberto durante a Operação Lava Jato, estão responsáveis pela execução das obras de transposição do rio São Francisco e a qualquer momento elas podem suspender os trabalhos. Desde 2012 que defendo a tese de que essas obras sejam comandadas pelos Grupamentos de Engenharia e Construção do Exército Brasileiro”, defendeu o deputado. Janduhy Carneiro acredita que com a presença do Exército na execução das obras o trabalho terá celeridade. “Com certeza, com a presença do Exército nestas obras, não haverá mais questões burocráticas envolvendo empresas envolvidas em escândalos, a exemplo do Petrolão. É necessário que o Governo Federal toma providências urgentes para que as obras de transposição do São Francisco sejam executadas de forma mais rápida e avencem cada vez mais”, acrescentou. Ele alertou que as placas colocadas no canal estão levando sol diariamente e a qualquer momento podem trincar, causando um prejuízo enorme. “Sem água as placas tendem a trincar, por este e outros motivos e necessário que haja celeridade na execução dos serviços. O Governo Federal precisa estar atento à esta questão”, lembrou Janduhy. Leia mais.
PB Agora/montedo.com

STM: senador apresenta relatório favorável para nomeação de Brigadeiro.

O brigadeiro Joseli Camelo (esq), indicado pela FAB para o STM, e o brigadeiro Luiz Alberto Bianchi (dir), que assumirá o comando das viagens da presidente Dilma. (Foto: Filipe Matoso/G1)
Brigadeiro Joseli (esq.) vai para o STM
O Senador José Pimentel (PT/CE) apresentou ontem na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) seu relatório favorável ao nome do tenente-brigadeiro Francisco Joseli Parente Camelo, indicado por Dilma Rousseff para ministro do STM em substituição ao também tenente-brigadeiro José Américo dos Santos.
A data para a sabatina do brigadeiro Joceli ainda não foi marcada.
Com informações do Portal do Senado


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Sisfron: projeto é fundamental para o combate da criminalidade, diz governador do Paraná.

Estado apoia sistema do Exército para monitoramento de fronteira, diz Richa

Gov. Beto Richa vsiista 5 Divisão do Exército
(Imagem: AN/Pr)
O governador Beto Richa garantiu nesta segunda-feira (24), durante encontro com o comandante da 5ª Divisão do Exército, general Luiz Carbonell, que o governo estadual dará todo o apoio necessário para que a segunda fase do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) seja implantada na região de fronteira do Paraná com o Paraguai e Argentina. Desenvolvido pelo Exército, o programa usa radares, sistemas de comunicação e veículos aéreos não tripulados para o monitoramento da fronteira.
O governador esteve na sede da 5ª Divisão e foi recebido pelo comandante Luiz Carbonell, com desfile militar e salva de tiros de canhão. Richa defendeu a emergência de reforçar a segurança nas fronteiras e disse que buscará recursos públicos e privados para financiar a implantação do programa. Uma das formas utilizadas será as emenda de bancada para o orçamento da União. “O Estado dará todo apoio para viabilizar esse importante projeto, fundamental para o combate da criminalidade no Brasil. O Paraná está localizado numa posição estratégica e precisa de um sistema de monitoramento avançado como esse”, afirmou o governador.

TEMPO REAL
O sistema é baseado em uma rede de sensores colocados sobre a linha de fronteira, interligada a sistemas de comando e controle, que, por sua vez, estão interligados às unidades operacionais com capacidade de dar resposta, em tempo real, aos problemas detectados.
O programa, que terá investimento de R$ 11,9 bilhões em dez anos, irá fortalecer a atuação do Exército garantindo mais infraestrutura no controle e combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas e armas na faixa de fronteira do Brasil. Estão previstos R$ 5,9 bilhões em infraestrutura tecnológica, R$ 3 bilhões em infraestrutura de obras civis e R$ 3 bilhões para infraestrutura de apoio à atuação operacional em toda a fronteira terrestre nas regiões Norte, Centro Oeste e Sul.
O general Luiz Carbonell, comandante da 5ª divisão do Exército, explicou que a primeira etapa do Sisfron foi feita no Mato Grosso do Sul. O projeto, disse ele, é muito caro e precisa de apoio político e financeiro para ser aplicado no Paraná. “Precisamos do apoio para proteger nossa fronteira. O Exército está investindo muito no Paraná e contribuindo para criação de empregos e crescimento econômico do Estado”, afirmou.
O comandante agradeceu a parceria com o governo estadual. “Esse é um encontro para estreitarmos ainda mais a boa relação entre o Governo do Paraná e o Exército”, disse. A 5ª divisão do Exército atende o Paraná e Santa Catarina com efetivo aproximado de 35 mil soldados.

BATALHÃO DE FRONTEIRA
O Paraná tem 19 municípios que fazem fronteira direta com o Paraguai e a Argentina, numa extensão de 1,4 mil quilômetros, e outros 120 municípios na área de influência da fronteira. Os principais crimes verificados na região são tráfico de drogas e de armas, de explosivos e munições, contrabando e exportação ilegal, roubo e furto de veículos, imigração ilegal e atuação do crime organizado internacional.
O governador afirmou que o Paraná desenvolve vários programas específicos na área de segurança pública, que podem ser integrados ao sistema de monitoramento do Exército. É o caso do Batalhão de Fronteira da Polícia Militar (BPFron), sediado em Marechal Cândido Rondon. “Estamos blindando nossa fronteira, que é a principal entrada de armamento pesado e de drogas no País. O batalhão permite grandes operações conjuntas com todas as forças de segurança, inclusive o Exército Brasileiro”, afirmou.
O secretário de segurança pública, Fernando Francischini, o comandante-geral da Policia Militar do Paraná, coronel César Kogut, e o secretário chefe da Casa Militar, Adilson Castilho Casitas, também participaram do evento.
AGÊNCIA DE NOTÍCIAS (PR)/montedo.com

O que fazem as mulheres nas Forças Armadas?

O que fazem as mulheres nas Forças Armadas?
Atualmente, as mulheres que servem na Marinha atuam em unidades médicas, de comunicação e administrativas costeiras
Foto: Serguêi Piatakov/RIA Nóvosti
Aleksandr Korolkov, especial para Gazeta Russa
Em entrevista à agência de notícias Interfax, uma fonte do Ministério da Defesa russo anunciou que as mulheres poderão servir em navios de superfície da Marinha a partir de 2018. No entanto, a Marinha negou a informação, gerando novas discussões sobre o papel das mulheres nas Forças Armadas.
O Comando Naval da Marinha negou qualquer acusação de discriminação ao negar a informação divulgada por uma fonte do Ministério da Defesa. À luz de escândalos sexuais na Marinha de países como EUA, Austrália e Alemanha, o comando sugeriu que o espaço confinado dos navios e submarinos “torna impossível a convivência confortável para pessoas de sexos distintos”.
Atualmente, as mulheres que servem na Marinha atuam em unidades médicas, de comunicação e administrativas costeiras. Já no Exército, a situação é bem diferente.
Em meados de março, a vice-ministra da Defesa, Tatiana Chevtsova, informou que 220 mulheres foram recrutadas para as universidades militares este ano, e o corpo feminino de cadetes soma mais de mil mulheres.
“Daqui 10 anos, as garotas que agora estão recebendo educação militar básica entrarão no efetivo do Exército e irão ocupar postos importantes de grande responsabilidade durante a carreira”, disse a vice-ministra. “Nossa tarefa atual é preparar uma reserva feminina digna de nossas Forças Armadas.”
Hoje há mais de 35 mil mulheres nas Forças Armadas da Rússia, das quais 2.600 são oficiais e 72 ocupam postos de comando.

Mais responsáveis e resistentes
Segundo estudos conduzidos durante o período soviético, as características corporais femininas são, em geral, mais frágeis que as dos homens. No entanto, as mulheres apresentam aspectos psicológicos mais vantajosos em relação aos representantes do sexo masculino: são mais resistentes ao estresse físico e emocional, além de apresentar um comportamento mais cauteloso.
Ao contrário de outros Exércitos do mundo, na Rússia nunca houve uma divisão de postos de combate operacionais e não operacionais. Se a mulher carrega uma arma, deve se submeter às ordens do comando, que pode ordenar um ataque com sua participação junto a outros soldados. Nos últimos anos, 710 mulheres russas participaram de combates.
Até mesmo nas tropas de elites as russas já provaram o seu valor. Quase 400 mulheres servem como paraquedistas na 76º Divisão Paraquedista de Pskov. As que foram aceitas na Escola de Paraquedistas de Riazan irão em breve se tornar oficiais responsáveis pela logística, tratando desde a dobragem dos paraquedas até o lançamento de veículos blindados.
GAZETA RUSSA/montedo.com

Rio 2016: general causa um ‘meia volta volver’ na APO e esvazia órgão.

Imagem: APO
Leandro Mazzini
O ex-Autoridade Pública Olímpica Fernando Azevedo, general do Exército que assumiu o Comando Militar do Leste (Rio), fez a limpa na APO.
Exonerou todos os militares levados para a sua gestão, dentro de sua cota, e praticamente esvaziou os principais cargos.
Incumbida pela Matriz de Responsabilidades e acompanhamento do cronograma das obras nos parques, a APO está sem presidente a pouco mais de um ano da Olimpíada do Rio de Janeiro.

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General deixa Autoridade Pública Olímpica e deve ser substituído por ex-tesoureiro de Dilma.
O tesoureiro de campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff, Edinho Silva, deputado por São Paulo, desfilava entre gabinetes de Brasília e Rio dado como certo no cargo. Chegou a visitar o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o governador Luiz Fernando Pezão, em campanha por seu nome. Já não é garantido que assuma.
COLUNA ESPLANADA (UOL)/montedo.com

25 de março de 2015

Sargento ex-refém de talibãs vai responder por deserção e má conduta diante do inimigo.

Bowe Bergdahl foi liberado em maio do ano passado, em uma controversa troca por prisioneiros de Guantánamo. Ele havia deixado sua base em junho de 2009
Bowe Bergdahl, 26, soldado americano preso no Afeganistão
O sargento Bowe Bergdahl, que foi refém dos Talibãs(Reprodução/VEJA)
O sargento americano Bowe Bergdahl, mantido refém pelo Talibã no Afeganistão por cinco anos, foi acusado formalmente de deserção e má conduta diante do inimigo. Uma audiência no mês que vem vai determinar se ele será submetido a julgamento por uma corte marcial. Se for considerado culpado, o militar pode ser condenado à prisão perpétua.
Bergdahl ficou em poder dos talibãs desde que desertou de sua base, em junho de 2009. Em maio do ano passado, foi liberado em troca da libertação de cinco criminosos da cúpula fundamentalista que barbarizava no Afeganistão, presos em Guantánamo.
O soldado havia desaparecido de seu posto na província de Paktika, no leste do Afeganistão, perto da fronteira com o Paquistão, na manhã do dia 30 de junho de 2009. Sua arma, munição e colete foram deixados para trás. Ele foi mantido por militantes da organização Haqqani até sua liberação.
Companheiros de armas do ex-refém expuseram os planos conscientes de Bergdhal para fugir da base e as subsequentes operações de busca, em que morreram pelo menos seis militares.
Políticos republicanos reclamaram que o acordo violou as leis americanas e incluiu a negociação com terroristas - o que foi negado pela administração Obama. A ficha suja do militar e o drible no Congresso para libertá-lo logo minaram a euforia inicial com a libertação do sargento.
O advogado da defesa, Eugene Fidell, alega que seu cliente se orgulha de pertencer à corporação, mas se tornou bode expiatório dos que são contra o fechamento de Guantánamo, informou a agência France-Presse.
Depois de um período de reabilitação, Bergdahl reassumiu tarefas militares, exercendo uma função administrativa em um escritório no Fort Sam Houston, em San Antonio, no Texas.
Os talibãs libertados na troca foram transferidos para o Catar. Um deles tentou retomar o contato com os terroristas que lutam contra o regime de Cabul, de acordo com o Pentágono.
Veja/montedo.com

Ufa! 'Aumento' dos militares escapa do corte.


Já ouviram falar do quinteto 'Los Cuatro Muchachos', que na verdade eram três, porém um morreu e, dos dois que restaram, só um tocava?

Assim pode ser contada a história do 'aumento' dos militares, aprovado com alarde em agosto de 2012. Corroídos pela inflação, os tais 30% em três vezes viraram 9,14% já no pagamento da primeira parcela, em março de 2013. Como sabemos, o ritmo inflacionário só aumentou de lá para cá. Assim, a terceira parcela do reajuste, já computada no contracheque de março, equivale aproximadamente a metade do valor inicial.

Ufa!
Havia um grande receio entre os militares de que o reajuste fosse vitimado pelas medidas de contenção orçamentária pós-eleição.
Pela insignificância ou não, o fato é que o 'aumento' escapou de Levy 'mãos de tesoura'.
Dos males, o menor.
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Reajuste: 9,14 %- O VITUPÉRIO

Jaques Wagner nos ares

Lauro Jardim
Enquanto o governo fervia ontem (ou era fritado, como o leitor preferir), um dos mais competentes bombeiros de Dilma Rousseff, Jaques Wagner, pilotava um helicóptero de combate na Amazônia, mais exatamente na cidade de Eirunepé. Wagner voou com um piloto de instrução ao seu lado.
Wagner inaugurou um hangar da Aeronáutica, que tem por objetivo fortalecer as fronteiras e aumentar o combate ao tráfico de drogas e armas.
Radar on-line (Veja)/montedo.com

Imagem original: Facebook Jaques Wagner - Edição: Montedo.com

Rio 2016: Defesa vai gastar R$ 580 milhões e empregar 38 mil militares.

JOGOS OLÍMPICOS 2016
Defesa prevê investimento de R$ 580 milhões no Rio 2016

Sergio Moraes / Reuters
Jogos Pan-Americanos 2007, Jogos Mundiais Militares 2011, Rio+20 em 2012, Copa das Confederações e Jornada Mundial da Juventude em 2013 e Copa 2014. A atuação dos militares brasileiros em grandes eventos tem amplo histórico, e os legados são aproveitados de um evento para outro. Nos Jogos Olímpicos, não vai ser diferente: os aprendizados dos últimos anos, sobretudo os do Mundial, serão a base do planejamento, que também prevê novos investimentos - é o que garante o Ministério da Defesa.
“Nosso orçamento atualmente é projetado em cerca de R$ 580 milhões em três anos: 2014, 2015 e 2016. Isso já levou em consideração o legado dos eventos anteriores. Além disso, estamos modernizando sistemas, ampliando a nossa área de comunicação rádio-digital, os sistemas de comando e controle, aprimorando sistemas de aeronaves, navios e das nossas viaturas, e estamos adquirindo equipamentos novos, particularmente na área de prevenção a incidentes químicos, biológicos, nucleares e radiológicos, prevenção à área de terrorismo e cibernética”, explicou o general Jamil Megid Júnior, assessor especial para Grandes Eventos do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) do Ministério da Defesa.
De acordo com ele, a estimativa é que 38 mil militares atuem nos Jogos 2016, especialmente na região de Deodoro. Megid destaca também o legado esportivo-militar para a preparação de atletas ligados às Forças Armadas e revela a meta para o evento: dobrar o número de medalhas obtidas por esportistas militares no ano que vem.
"A meta para 2016 é termos cerca de 100 atletas do alto rendimento militar participando das equipes olímpicas e com certeza dobrarmos o número de medalhas. Então seria em torno de dez medalhas olímpicas. Isso está caminhando muito bem", disse Megid.
Sobre a preocupação com possíveis ataques terroristas, Jamil garante que o Brasil estará pronto para combater qualquer tipo de ameaça. "O histórico dos Jogos indica que há que ter uma atenção maior nisso. Estamos preparando as tropas especializadas, juntamente com Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Inteligência, para ter essa atenção redobrada, ter um efetivo melhor distribuído, fazer a maior quantidade de medidas preventivas, e estaremos prontos para uma pronta-resposta, se houver necessidade", concluiu.
TERRA/montedo.com

Londres reforçará o dispositivo militar nas Malvinas.

AFP
O ministro da Defesa britânico, Michael Fallon, anunciou nesta terça-feira que reforçará o dispositivo militar nas Malvinas (Falklands, para os ingleses) porque continua existindo uma ameaça muito séria a este arquipélago reclamado pela Argentina. "É uma ameaça muito séria, temos de responder a ela e responderei nesta tarde", declarou Fallon em uma entrevista à rádio BBC.
"A ameaça aparentemente persiste, e também nosso compromisso de totalmente claros de que os habitantes da ilha têm o direito de continuar sendo britânicos e o direito de ser corretamente protegidos por nossas forças", acrescentou. "Necessitamos modernizar nossas defesas lá, assegurar que temos tropas suficientes e que as ilhas estão defendidas de forma correta", acrescentou.
O anúncio de Fallon acontece depois que a imprensa britânica disse que a Rússia ofereceu aviões de bombardeio à Argentina. "Esse acordo em particular não foi confirmado", afirmou o ministro.
ISTO É Independente/montedo.com

Militares do Exército evitam que criança seja atingida em tiroteio na Maré.

Atualização: 0h de 25/03
Força de Pacificação protege criança no Complexo da Maré (RJ)
Incidente ocorreu durante patrulhamento na Vila Pinheiro, quando um pelotão recebeu disparos de rojão e de pistola
EB For paf
Militares salvaram criança (Imagem: CComSEx)
Militares da Força de Pacificação no Complexo da Maré (RJ) evitaram que uma criança fosse atingida por disparos de rojão e de pistola, segundo informações divulgadas no site do Exército Brasileiro.
O fato ocorreu durante patrulhamento na Vila Pinheiro, quando um Pelotão da Força-Tarefa Patriota recebeu disparos de rojão e de pistola. Uma criança brincava em uma piscina de plástico, próximo à posição da tropa e foi retirada, imediatamente, do local pelo 1º Tenente Sá Peixoto, após a piscina ter sido atingida por um dos tiros.
Em segurança, a criança foi entregue à mãe dentro de sua residência. A ação só foi possível graças à cobertura que os 3º Sargentos Diego e Charlyton deram ao oficial.

Operação São Francisco
A Operação São Francisco, de emprego de homens das Forças Armadas para a pacificação do Complexo de Favelas da Maré (RJ), contabiliza a realização de mais de 65 mil ações na região, de acordo com dados apresentados pelo atual comandante da Força de Pacificação, general Antônio Carlos de Souza.
Destaca-se a efetuação de 559 prisões, 222 recolhimentos de menores que cometiam atos infracionais e quase 1,2 mil apreensões de drogas, armas e munições, além de veículos e motos em situação irregular.
Agência Brasil (EB/MD)/montedo.com

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