16 de abril de 2014

Esse filme eu já vi: Exército patrulha ruas da Bahia

TROPAS NA RUA
POLÍCIA DO EXÉRCITO JÁ ESTÁ PATRULHANDO RUAS DA BAHIA
5.00 HOMENS DAS FORÇAS ARMADAS E DA FORÇA NACIONAL DESEMBARCAM NA BAHIA
Exército desembarca na Bahia para assumir o comando da segurança (Foto: Reprodução/TV Santa Cruz)
Rodrigo Vilela
O Exército Brasileiro assume hoje (16) o comando da segurança da Bahia, por causa da greve dos policias militares iniciada na noite de ontem. O governo informou que mais de 5.00 homens das Forças Armadas e da Força Nacional chegam nesta tarde a Salvador.
Em nota, o governo da Bahia informou que “atendendo a uma solicitação do governador Jaques Wagner (PT), a presidente Dilma Rousseff assinou o decreto de Garantia da Lei e da Ordem autorizando o emprego das Forças Armadas na segurança pública”.
Leia também:
Forças Armadas usarão 2.600 homens para policiar a Bahia durante greve da PMBofetada na cara da legalidade: Senado aprova anistia a bombeiros e policiais militares grevistas
O comandante da 6ª Região Militar do Exército, general Racine Bezerra Lima, assumiu o comando das operações, a Polícia do Exército já está patrulhando as ruas baianas.
A Justiça já decretou que a greve dos militares é ilegal. Liminar do desembargador Roberto Maynard Frank obriga todo o efetivo a voltar imediatamente às atividades. Frank ainda determinou que o governador Jaques Wagner (PT) realize, de imediato, um plano de contingenciamento da segurança pública do estado. A liminar atende o pedido formulado pelo procurador-geral de Justiça Márcio José Cordeiro Fahel, do Ministério Público do Estado (MP).
DIÁRIO DO PODER/montedo.com

Tenente do Exército tem casa assaltada e é feito refém com a família

A Polícia já prendeu dois homens no bairro Serrinha e recuperou o carro do oficial
Imagem: ilustração
Fortaleza (CE) - Um tenente do Exército foi vítima de assalto em sua residência na manhã nesta terça-feira, 15, na rua B, no bairro José Walter. O oficial, identificado apenas como Alves, e sua família foram feitos reféns, mas ninguém ficou ferido. Dois homens já foram presos.
Segundo o major Tomás de Aquino, do supervisionamento do Comando de Policiamento da Capital (CPC), um grupo de seis assaltantes invadiu a casa do tenente, fez ele e sua família reféns e roubou vários objetos e um carro, modelo Gol. Eles fugiram no veículo roubado.
Os policiais do Batalhão de Choque foram acionados e já prenderm dois homens no bairro Serrinha e recuperaram o veículo do oficial. Informações preliminares davam conta que se tratava de um sargento da Polícia Militar (PM).
O POVO Online

Família denuncia negligência após morte de soldado do Exército em Pernambuco

Jovem não foi socorrido após queda em treinamento, dizem parentes.
Morte foi registrada na Delegacia da Várzea, que vai investigar o caso.
Soldado Vitor Fernandes de Arruda morreu após queda em treinamento (Reprodução: TV Globo/Recife)

Do G1 PE
A família de um soldado de 19 anos da Companhia de Comando da 7ª Região Militar, no Recife, que morreu após um treinamento do Exército, denunciou, nesta terça (15), que não houve atendimento adequado por parte da corporação e do Hospital Militar de Área do Recife, para onde o jovem foi levado. O rapaz faleceu na segunda (14) após sofrer uma queda durante o treinamento, de acordo com os parentes. Ele teria caído de altura entre quatro e seis metros. Depois do acidente, ele ainda procurou o Hospital Militar outras duas vezes e foi transferido para uma unidade de saúde particular, onde acabou falecendo. A família prestou queixa na Delegacia da Várzea, que vai investigar o caso.
O rapaz estava no Exército há dois meses e, segundo a família, foi obrigado a participar de uma marcha depois de sofrer a queda, o que o fez desmaiar duas vezes. Ele procurou o Hospital Militar no domingo (13) sentindo dores na barriga, nas pernas e porque estava com falta de ar. A família conta que ele foi medicado com relaxante muscular e recebeu alta. O jovem ainda teria voltado duas vezes para a unidade de saúde e, posteriormente, foi transferido para o Hospital Esperança, na Ilha do Leite, área central da capital.
“Ele continuou sentindo dor. Eles disseram ‘de novo por aqui? Tá de brincadeira’. Mas quem é que vai brincar com a saúde, meu Deus?”, relatou a mãe do soldado. Um dos amigos do jovem, que preferiu não se identificar, contou que não houve assistência médica correta no momento do acidente. “Existiu uma queda de uma altura grande e a assistência que era pra ter sido oferecida não foi dada. Era para ter parado na hora, era para ter uma assistência médica no local, com técnicos de enfermagem. Mas pelo visto não foi dado esse serviço”, disse.
Em nota, a assessoria de comunicação do Comando Militar do Nordeste (CMNE) confirmou que o soldado deu entrada na emergência do Hospital Militar com queixas de falta de ar e dores musculares no domingo (13), mas não deu detalhes sobre o quadro clínico do jovem. A corporação lamentou o caso e afirma estar prestando apoio à família do soldado. Procurada pelo G1, a assessoria do Hospital Esperança ainda não se pronunciou sobre o caso.
O rapaz foi sepultado no fim da tarde desta terça, no Hospital Memorial Guararapes, em Jaboatão.

Confira a nota do CMNE na íntegra:
“A Seção de Comunicação Social do Comando Militar do Nordeste (CMNE) vem a público informar o que se segue: No dia 13 de abril, o soldado da Companhia de Comando da 7ª Região Militar deu entrada na Emergência do Hospital Militar de Área do Recife (HMAR), apresentando queixa de falta de ar e de fortes dores musculares nos membros inferiores. Diante do quadro, o soldado foi submetido a exames de Raio-X de tórax e abdômen, eletrocardiograma e exames laboratoriais.
O soldado apresentou piora em seu quadro geral e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Após estabilização do quadro, o soldado foi transferido para o Hospital Esperança. Por volta das 10 horas e 30 minutos do dia 14 de abril, lamentavelmente, o soldado veio a falecer. O Comando Militar do Nordeste lamenta o ocorrido e está prestando todo o apoio à família do Soldado e instaurou procedimento administrativo para apurar o caso.”
G1/montedo.com

Policia e Exército destroem 35,4 toneladas de drogas apreendidas no MS

Imagens: Arlindo Florentino
Jucyllene Castilho e Arlindo Florentino do Midiamax / Redação Pantanal News
Além das delegacias da Polícia Civil, o EB (Exército Brasileiro) participa da incineração de 35,4 toneladas de entorpecente na manhã de hoje, na Unidade II do frigorífico JBS Friboi, localizado na BR-060, na saída para Sidrolândia – região sudoeste de Campo Grande. A quantidade de drogas corresponde à apreensão dos quatro últimos meses em Campo Grande e no interior de Mato Grosso do Sul.
Participam da incineração o DOF (Departamento de Operações de Fronteira), Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros) e Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), que afirmaram que 35 toneladas são correspondentes a maconha, já os 400 quilos de entorpecentes, diz respeito a cocaína, crack, haxixe e demais drogas sintéticas.
A participação do Exército diz respeito a uma em conjunto para combater o tráfico de drogas no Estado, uma vez que o MJ (Ministério da Justiça) revelou em uma pesquisa que Mato Grosso do Sul é responsável por 80% da droga apreendida em todo o país. Isso se dá, porque o Estado fica ao lado do país, que é o segundo produtor do mundo de maconha.
De acordo com o titular da Denar, Rodrigo Yassaka, um dos maiores problemas encontrados hoje é a descriminação do usuário de drogas. “A partir do momento em que o usuário de entorpecente deixa de responder pelo crime de tráfico de drogas, junto com o traficante, ele colabora para que haja outras pessoas que façam este trabalho, após a prisão daquele que foi retirado das ruas”, enfatiza.
O delegado diz acreditar que a nova Lei de Tráfico de Drogas afrouxou a legislação, “só há crime porque tem quem procura pelo traficante, a partir do momento em que as pessoas pararem de procurar pelo ilícito, seja droga ou produtos furtados e roubados, com certeza, quem pratica este tipo de conduta vai começar a reaver seus conceitos”, afirma.
Rodrigo é contra a liberação da maconha. “Este tipo de comportamento vai totalmente contra a lei que hoje vigora, além disso, a maconha é a porta de entrada para outras drogas. A partir de quando alguém começa a consumir isso, ela procura por outros entorpecentes mais fortes, e a partir daí um novo problema surge na sociedade”, avalia.
Pantanal News/montedo.com

Brasil diminui gastos militares e cai em ranking

De 2012 a 2013, país reduz em 3,9% os investimentos em defesa e deixa de figurar entre os dez que mais gastam com armas. No mundo, recuo é de 1,9%, puxado pelos EUA.
Brasil anunciou no final de 2013 a compra de 36 jatos Gripen NG para equipar a Força Aérea Brasileira (FAB)
O Brasil reduziu seus gastos militares em 3,9% de 2012 para 2013, segundo o relatório divulgado nesta segunda-feira (14/04) pelo Instituto Internacional de Estudos da Paz de Estocolmo (Sipri), e deixou de figurar no ranking dos dez maiores compradores de armas.
Com despesas militares de 31,5 bilhões de dólares em 2013, o Brasil ocupa agora a 12ª colocação, atrás de potências como Estados Unidos (640 bilhões de dólares), China (valor estimado de 188 bilhões), Rússia (valor estimado de 87,8 bilhões), Arábia Saudita (67 bilhões) e França (61,2 bilhões). A Alemanha ficou na sétima posição, com um gasto de 48,8 bilhões de dólares.
Para Carina Solmirano, especialista para a América Latina do Sipri, os motivos da redução dos gastos brasileiros estão relacionados com a tentativa do país de alcançar superávit fiscal em 2013. Em maio daquele ano, o governo federal anunciou um corte de cerca de 3,7 bilhões de reais no orçamento do Ministério da Defesa.
"Os cortes atingiram 4,1 bilhões de reais em julho de 2013, sendo que, assim, o recuo das despesas militares pode ser ainda maior", afirmou Solmirano em entrevista à DW Brasil. "A principal razão para os cortes está relacionada com o desenvolvimento econômico do país", disse.
Mesmo com novos cortes no orçamento do Ministério da Defesa em 2014 – passando de 14,79 bilhões para 11,29 bilhões de reais –, a compra de 36 jatos supersônicos do modelo sueco Gripen NG, anunciada no final de 2013, não deve ser afetada. De acordo com o Ministério da Defesa, o contrato de compra será assinado somente no fim do ano e não há previsão do início do pagamento ainda neste ano.
Em contraste com a diminuição dos gastos brasileiros, outros países americanos, como Paraguai (33%), Honduras (22%), Nicarágua (18%) e Colômbia (13%), registraram os maiores aumentos em gastos militares comparando-se os anos de 2013 e 2012. No mesmo período, as maiores reduções foram da Jamaica (9%), Estados Unidos (7,8%), El Salvador (4,5%) e Brasil (3,9%).

Rápido crescimento na década de 2000
A redução brasileira contrasta com o rápido aumento dos gastos militares do país – em torno de 7% – entre os anos de 2003 e 2010, com pico em 2010. Para o Sipri, as despesas do Brasil e dos outros países do Brics – Rússia, Índia, China e África do Sul – subiram em linha com o rápido crescimento econômico dessas nações.
Mas, no caso do Brasil, os aumentos dos últimos anos estavam relacionados com a introdução de uma nova estratégia de segurança, na qual o país busca a modernização por meio da aquisição de novos equipamentos militares para proteger a região amazônica e as reservas de petróleo do pré-sal.
"Inclui-se aí também a tentativa do país de desenvolver sua própria indústria de armas, com a Embraer no topo desses esforços", comentou Solmirano. "Podemos também dizer que o Brasil, como potência regional emergente, está buscando um papel maior na política internacional e, a fim de fazê-lo, precisa de força militar."
Em contraste com os anos anteriores, o aumento dos gastos militares dos países da América do Sul desacelerou principalmente por causa da queda do investimento do Brasil, que é o maior investidor da região em valor absoluto, afirma o relatório. Enquanto os países da região registraram um aumento de 58% no período de 2004 a 2013, o crescimento de 2012 e 2013 foi de 1,6%.

Gastos mundiais caíram 1,9%
Os gastos militares globais diminuíram 1,9% entre 2012 e 2013, somando 1,75 trilhão de dólares em 2013, em grande parte por causa do recuo nos gastos dos Estados Unidos, que caíram 7,8% e alcançaram a cifra de 640 bilhões de dólares. A diminuição pode ser atribuída pela redução das missões militares em países como Afeganistão e Iraque.
Ainda de acordo com o relatório, 2013 foi o segundo ano consecutivo em que os gastos globais diminuíram. Porém, enquanto eles decresceram no Ocidente – América do Norte (queda de 7,8%), Europa Ocidental e Central (2,4%) e Oceania (3,2%) –, aumentaram em regiões como Ásia, África e leste da Europa.
Os gastos da China cresceram 7,4% e representam uma política de longo prazo de elevação dos gastos militares, em linha com o alto crescimento econômico do país. A Rússia, por sua vez, também aumentou em 4,8% sua verba destinada aos militares e ultrapassou, pela primeira vez desde 2003, os EUA nas despesas em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB).
O relatório sublinha ainda que 23 países mais que dobraram os seus gastos militares entre 2004 e 2013 – entre eles estão a China, a Rússia e a Arábia Saudita.
DW/montedo.com

STF reafirma: competência da Justiça Militar só no exercício da função.

JURISPRUDÊNCIA DO SUPREMO
Competência da Justiça Militar é o exercício da função

Renata Teodoro
O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que a Justiça Militar só tem competência para julgar crimes de militares quando eles estão no exercício da função. A decisão foi tomada em caso de sargento do Exército acusado de denunciação caluniosa contra um cabo da Política Militar.

De acordo com o ministro, “jurisprudência da corte é firme no sentido de que o cometimento de delitos por militares, sem relação com os desempenhos de suas funções, não atrai, por si só, a competência especializada para julgar a ação penal”. Ou seja, não é apenas o fato de o acusado ser membro das Forças Armadas que atrai a competência da Justiça Militar da União, e sim se o crime foi cometido no exerício de suas funções militares.
O caso chegou à Justiça depois que o Ministério Público de Minas Gerais denunciou o sargento por ele ter dado queixa de um cabo da PM. De acordo com o sargento, o cabo invadira seu bar e cometera abuso de autoridade. Segundo o MP mineiro, o episódio nunca aconteceu, e o sargento fez a queixa, numa delegacia da PM, sabendo que estava mentindo.
A discussão, então, chegou à 2ª Vara de Carangola (MG). Lá, o juiz responsável pelo caso declinou da competência. Afirmou que, por causa do envolvimento de um cabo da Polícia Militar, a acusação deveria ser julgada pela Justiça Militar Estadual, responsável por julgar crimes cometidos por policiais militares e bombeiros.
Já a Justiça Militar de Minas declinou da competência alegando que, como o acusado é um membro das Forças Armadas, o caso deveria ser julgado pela Justiça Militar da União. Foi quando o Ministério Público Militar apresentou o conflito de competência. Argumentou que cabe à Justiça comum estadual o julgamento da Ação Penal, pois nenhum dos fatos se relaciona às Forças Armadas ou à Polícia Militar.
Entretanto, o pedido foi negado e o caso foi ao Superior Tribunal Militar. O STM deu razão ao MP Militar. Ao analisar o caso concreto, viu que o sargento é dono de um bar e o policial fazia parte de um grupo da vizinhança que reclamava de barulhos no bar do sargento, assemelhando-se a um civil. Em outras palavras, nada do que aconteceu tem qualquer relação com os cargos dos dois envolvidos na história.
O ministro Ricardo Lewandowski, então, deu razão ao STM e determinou a remessa dos autos à Justiça comum de Minas Gerais.
CC 7574
Clique aqui para ler a decisão.

Consultor Jurídico/montedo.com

Defesa Nacional capacita estudantes

Curso aprofundou-se em aspectos do trabalho das Forças Armadas na segurança, proteção da integridade territorial e soberania do País
Temáticas importantes acerca da defesa e soberania nacional foram tratados junto à sociedade civil durante capacitação promovida pelo Ministério da Defesa (MD) na Universidade da Amazônia (Unama), em Belém (PA). O VIII Curso de Extensão em Defesa Nacional deu a estudantes de Relações Internacionais a oportunidade de se aprofundar em aspectos do trabalho das Forças Armadas na segurança, proteção da integridade territorial e soberania do País.
Na última semana, cerca de 100 pessoas assistiram às palestras de temas como: conflitos, oportunidades e ameaças ao Brasil; documentos como Livro Branco, Estratégia Nacional e Política de Defesa; Forças Armadas e grandes eventos; defesa cibernética; Atlântico Sul; Amazônia; programa FX-2, entre outros.
Para o gerente da Divisão de Cooperação do MD, coronel Celso Bueno da Fonseca, o objetivo da extensão é “mostrar que Marinha, Exército e Aeronáutica têm importância, mesmo em um País pacífico como o Brasil”.
O oficial explicou que a escolha pela Unama para sediar o evento se deu por causa da “valorização nos estudos de Defesa” que a instituição promove. A universidade, única da cidade paraense a oferecer graduação em Relações Internacionais, possui uma disciplina dedicada exclusivamente ao tema de segurança, onde dois militares da reserva ministram aulas. “É a primeira vez que a região Norte é beneficiada com nosso curso”, acrescentou o coronel.
Já o coordenador de Relações Internacionais da universidade, professor Mário Tito, avaliou que a extensão “tem sido um divisor de águas para os alunos. Tem aberto os olhos deles e muitos estão, inclusive, querendo direcionar a linha de pesquisa para a área de defesa”. De acordo com Tito, as 20 horas da capacitação serão convertidas em créditos complementares na grade curricular dos estudantes.

Lei e Ordem
O subchefe de Inteligência Operacional da Defesa, almirante José Luiz Correa da Silva ministrou a palestra sobre o tema “Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO)”. Ele iniciou suas palavras citando os dois casos de GLO que estão em andamento no Brasil: o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro; e em Ilhéus, na Bahia.
A GLO acontece quando, em determinado momento, acontece um esgotamento da capacidade de ação das forças de segurança de uma cidade. Dessa forma, o governador do estado pede formalmente à Presidência da República autorização para as Forças Armadas agirem no local estabelecido, passando a ter automaticamente poder de polícia, se preciso for.
Como exemplo, Luiz Correa elencou grandes eventos sediados no Brasil que contaram com este tipo de operação, como a Jornada Mundial da Juventude, em 2013, e a ocupação no Morro do Alemão, em 2011, ambos no Rio de Janeiro (RJ).
O almirante explicou sobre as bases legais para o emprego de uma operação de Garantia da Lei e da Ordem e citou o manual, recém-editado pelo Ministério da Defesa, que agrupou as principais doutrinas das Forças sobre este tipo de ação, reunindo em um único documento as diretrizes de trabalho.
E afirmou que atuar em GLO é missão complementar da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. “As Forças Armadas operam em estado permanente de prontidão para atender ao chamado da Presidência, em caso de missões desta natureza. Para isso, a tropa empenhada na ação é treinada exclusivamente para o que irá desempenhar, alinhando técnicas de emprego militar.”
O subchefe salientou que a importância da Garantia da Lei e da Ordem está na atuação conjunta com os órgãos de segurança pública. “O poder militar é capaz de neutralizar a situação, mas é a parceria com outras esferas que poderá solucionar o problema”, explicou.

Inteligência
A Inteligência de Estado e a Defesa Nacional foi outra palestra do curso. Ministrada por Rômulo Rodrigues Dantas, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), tratou do papel do órgão no País.
“Nossa missão é antecipar as situações. Nesse sentido, as Forças Armadas se encontram conosco, pois precisam saber da ameaça antes que ela aconteça, para que não sejam surpreendidos. Nosso papel é buscar algo que não está disponível por outros meios”, explicou.
Dantas lembrou que o Brasil é pioneiro na realização sucessiva de grandes eventos mundiais, desde 2007 (com os Jogos Pan-americanos) até 2016 (Olimpíadas). E isso gera demanda constante para a área de inteligência, que deve acompanhar de perto tudo o que acontece nesses acontecimentos, a fim de identificar possíveis atentados e demais ameaças à segurança da população.

Estudos em Defesa
Veterano na participação em cursos e seminários sobre defesa, o professor de Relações Internacionais da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Paulo Gustavo Pellegrino Correa, era um dos presentes na capacitação. Ele e duas alunas, as jovens Thais Medeiros e Adriely Costa, saíram da capital Macapá para assistir à capacitação.
Com mestrado e doutorado na área, Correa deu mais detalhes acerca de seu objeto de pesquisa acadêmica: “o Amapá está numa área estratégica de fronteira problemática e ter um grupo de estudos em Defesa é fundamental”.
Segundo ele, está em vias de aprovação interna na Unifap, com vistas a iniciar em agosto, uma especialização em segurança internacional no platô das Guianas. Voltada para civis e militares, a iniciativa futuramente será coordenada por ele. “Isso está inserido no projeto Pro-Defesa [programa de apoio ao ensino e pesquisa científica sobre o tema]. Nossa ideia é que se transforme em linha de pesquisa na região”, afirmou.
A próxima edição do Curso de Extensão em Defesa Nacional já está confirmada. Será realizada na cidade de Cuiabá (MT), em junho. As inscrições vão ser abertas ao público no início de maio. Mais informações serão divulgadas oportunamente na página eletrônica do Ministério da Defesa.

Curso de Extensão em Defesa Nacional (CEDN)
É uma atividade promovida pelo Ministério da Defesa em parceria com Instituições de Ensino Superior de todo o País.
O curso é gratuito e se destina a alunos de graduação e pós-graduação da região, além de pessoas interessadas nas temáticas a serem tratadas. Fonte: Ministério da Defesa
Portal Brasil/montedo.com

15 de abril de 2014

Militar, você decide: transferir seu título e fazer a diferença nas eleições ou seguir reclamando nos alojamentos da vida.

Publicado originalmente em 5 de março de 2014
Transferência de domicílio eleitoral vai até 7 de maio
Colaboração: R. A.
No dia 7 de maio termina o prazo para solicitação de transferência do título eleitoral, nos casos em que o eleitor alterar seu endereço para outro município, Estado ou país. O pedido de transferência deverá ser encaminhado acompanhado de documento de identificação com foto, título de eleitor e comprovante de residência. 
Os interessados podem dar início ao processo de transferência através do Título Net (até o dia 2 de maio) e devem comparecer ao cartório eleitoral próximo de sua residência para concluir o processo. No caso de mudança para outro país, o eleitor deve procurar a representação diplomática brasileira.
Para efeito de transferência, o eleitor deverá estar quite com a Justiça Eleitoral, ou seja, ter cumprido obrigações legais, ter obtido o primeiro título ou feito a última transferência há pelo menos um ano e residir no novo domicílio há, no mínimo, três meses.
Você decide: transfira seu título e faça a diferença nas eleições ou siga reclamando nos alojamentos da vida.

Apaixonados pelo Exército restauram veículos militares

Museu das viaturas
O muro com ameias pintado de verde e branco junto com o Brasão da República em alto relevo revela que o terreno localizado na Rua Amapá, no Vista Alegre, não é como os demais. Porém, por mais que a imaginação de quem vê a área de fora possa ir muito longe, dificilmente conseguiria supor que ali está instalado um aquartelamento da década de 1970 completo e planejado nos mínimos detalhes para ser fiel ao modelo original.
O local é a sede da Brigada Paranaense de Viaturas Militares Antigas (BPVMA), uma iniciativa particular de dois apaixonados pelo Exército Brasileiro. São eles Luiz Roberto Lúcio Soares e Luércio Turra, filhos de militares que cresceram envolvidos pela atuação dos pais servindo o país. O objetivo principal de todo empenho é fazer uma homenagem aos militares, especialmente aos soldados que foram à Itália na Segunda Guerra Mundial.
Blindado faz parte do acervo de máquinas da Brigada Paranaense de Viaturas Militares Antigas. Foto: Lineu Filho
“É uma homenagem ao Exército, inclusive pela motomecanização das viaturas. Restauramos aqui a lata e o ferro, mas também a alma do soldado que lutou. Ele pode ter tombado nos combates ou ter sido salvo do front por uma destas viaturas. Vamos homenageá-los até o fim”, afirma Turra, que é presidente da brigada, e cita os pracinhas que integraram a Força Expedicionária Brasileira (FEB).
O projeto surgiu há dez anos, quando os fundadores se encontraram com um grupo de Santa Catarina, também interessado nas viaturas militares. A reunião dos veículos catarinenses com os instalados no 5.º Batalhão Logístico (5.º Blog), no Parque Barigui, marcou o início do projeto e no ano seguinte foi realizado efetivamente o primeiro evento oficial. Uma semana depois era criada a brigada.
Todo o espaço foi criado com recursos próprios e sem nenhum vínculo com o Exército Brasileiro. “Sempre tive jipe militar e tudo isso só reforçou o meu gosto por viaturas”, lembra o presidente. A frota da brigada, que em Curitiba é composta por 50 viaturas, é oriunda de leilões do Exército. Na sede elas são reformadas e novamente caracterizadas da maneira como iam para combate ou eram utilizadas pelos soldados.

Por que viatura?
De acordo com Turra, viatura é a definição correta para veículos militares. Ele explica que uma viatura recebe essa denominação específica por possuir acessórios diferentes de um veículo comercial.
Alguns acessórios são: rádio transmissor usado para comunicação interna (hoje é usado também por bombeiros, policiais, médicos para fazer avisos de urgência sobre algum fato); suporte de metralhadora (em viaturas do Exército); engate chamado de boca de lobo e uma corrente, que sevem para fazer reboques de outros veículos. O mais curioso entre eles é o farol de milha, que está posicionado abaixo do farol traseiro do veículo, quase escondido. A função dele é sinalizar, alertar ou comunicar companheiros a longa distância, sem que um avião ou helicóptero veja.
Outra característica específica da viatura são os tamanhos, que podem ser 4×4 ou 6×6. Turra ressalta que viaturas militares são usadas somente por bombeiros, policiais e pelo Exército.
Quartel tem até abrigo contra bombas

Quem nunca entrou na sede da BPVMA pode pensar que é apenas uma garagem de viaturas militares antigas. Mas lá é um verdadeiro “quartel”, ou melhor, um museu, que guarda curiosidades e homenagens a ex-combatentes brasileiros de guerra.
O local é um terreno particular. Lá trabalham 15 membros efetivos, que se encontram regularmente e se dedicam, inclusive, à reforma das viaturas. Além disso, há de tudo por lá. A estrutura do “quartel” conta com uma subtenência, uma espécie de almoxarifado onde há roupas de soldados, capacetes utilizados na Segunda Guerra Mundial, e até um fogão que funciona a gasolina, usado no mesmo período.
Subindo as escadas, há uma sala dos generais. Além de reverências aos generais e subgenerais do exército brasileiro, e da presidência da BPVMA, a área também possui uma porta que “esconde” o mais curioso do quartel: a sala subterrânea usada pelos soldados como proteção contra bombas e inimigos. Nela há rádio, telefone e até telegrafia (aparelho usado, geralmente, para pedir socorro em casos extremos).
Além disto, a brigada possui um cinema. A maioria dos filmes é de guerra, o que não poderia ser diferente. Ao lado, encontra-se o museu, que possui miniaturas de viaturas do Exército, armas, munições, e outros objetos de guerra. Nem todos os materiais encontrados na Brigada são originais. Também há relíquias que foram doadas por simpatizantes ou membros do grupo. Quanto às datas, há objetos desde a Segunda Guerra Mundial até os anos 90.
O quartel possui ainda uma capela chamada de Capelania. Lá se faz homenagem a Conan, o cachorro que foi companheiro dos membros da Brigada Paranaense durante dez anos. O local também reverencia todos os animais que vão ou foram à guerra. “Os dois animais que acompanharam os soldados nas guerras, desde o primórdio são o cachorro e o cavalo”, afirma o presidente da brigada.
Para ex-combatentes brasileiros o lugar pode representar uma “casa”. Aos que desconhecem, a Brigada é um local misterioso. Porém não é aberto ao público e recebe apenas militares e policiais das chamadas forças auxiliares. “Não temos condições de abrir para o público. Conseguiremos caso tenha iniciativa da Cultura municipal ou estadual”, explica Turra.
Colaborou: Rômulo Ogasavara (Imagen: Lineu Filho)
ParanáOnline/montedo.com

Comandante da Marinha emite nota negando acusações de improbidade


Comandante da Marinha Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto


BOLETIM DE ORDENS E NOTÍCIAS Nº 284 DE 15 DE ABRIL DE 2014 
BONO ESPECIAL
COMANDANTE DA MARINHA
BRASÍLIA, DF. Em 14 de abril de 2014.
Assunto: Comunicado à Marinha do Brasil
Meus comandados! Em relação à matéria intitulada “Luxo e viagem dão indício de improbidade”, que acompanhou a matéria de capa com o título “Compra de imóvel de luxo leva MP a investigar Comandante da Marinha”, publicada no jornal “O Dia”, em 13 de abril de 2014, insinuando que foram efetuadas aquisições imobiliárias, fraudulentas e ilegais, envolvendo o meu nome e de meus familiares, repudio, com veemência, as falsas, levianas e malignas notícias veiculadas, não aceitando acusações de prática de corrupção, improbidade, desvio de caráter e de ética, e venho, por meio desta, dar conhecimento aos militares da ativa, na inatividade e servidores civis da Marinha do Brasil que:
1- Tais ilações são fruto de denúncia anônima, sem qualquer elemento de prova, inicialmente protocolada na Controladoria-Geral da União (CGU), imputando-me, em termos falaciosos, levianos e desrespeitosos, desvios de conduta e de enriquecimento ilícito, difamando-me e colocando sob suspeição a minha honestidade e, por conseguinte, a probidade no desempenho do cargo que ocupo. A referida denúncia tramitou, por Ofício nº 3970, de 08FEV2013, da CGU ao Ministério da Defesa (MD) que, por sua vez, oficiou à Marinha do Brasil. Assim, enviei, em ABR2013, oficialmente, um relatório pormenorizado ao MD sobre a compra do imóvel, abordando detalhadamente: a sua situação legal à época; os compradores; o seu valor; os impostos e taxas; e a origem dos recursos financeiros. Após análise do relatório e seus apensos, o MD expediu o Ofício nº 292-GM-GAP, de 03AGO2013, à CGU, informando que considerava o assunto encerrado e que arquivaria o referido processo naquele Ministério. 
2- Em relação às minhas viagens ao exterior, desejo enfatizar que elas foram autorizadas pelo Ministro de Estado da Defesa e publicadas, por meio de Portarias, no Diário Oficial da União, sendo realizadas a serviço e em caráter oficial, para participação em seminários, conferências e reuniões com outras Forças Navais, ou para compor comitiva do MD. É digno de nota que tais viagens são consequência da maior inserção do Brasil no cenário internacional, bem como do acréscimo das atividades de relações internacionais entre a MB e as demais Marinhas pertencentes aos países de interesse estratégico. Além disso, as Visitas Oficiais e as participações nos diversos fóruns de discussão dos assuntos marítimos, pelo Comandante da Marinha/Autoridade Marítima, e o incremento do relacionamento com outros países vêm trazendo uma série de benefícios à Instituição e ao País. 
3- Em referência à designação de Oficiais para servir no exterior, cumpre esclarecer que compete ao Comandante da Marinha, por delegação do Presidente da República, a nomeação e exoneração de militares para esses cargos e comissões. Cabe destacar que é falsa a informação de que o Oficial designado para servir na Organização Marítima Internacional (IMO) seria primo de minha esposa, pois o Oficial não possui nenhum grau de parentesco com ela ou comigo. 
Ressalta-se, ainda, que a Marinha do Brasil não recebeu, até a presente data, qualquer documento do Ministério Público Federal (MPF) que trate de investigação sobre o tema, tendo tomado conhecimento do assunto por meio de demanda de imprensa, contendo cópia de uma Portaria do citado órgão. No entanto, caso seja oficialmente instado a me manifestar, prestarei todas as informações necessárias à confirmação da legalidade e legitimidade dos atos por mim praticados.

JULIO SOARES DE MOURA NETO
Almirante-de-Esquadra Comandante da Marinha

Blog Saco Mucho/montedo.com

PMs e militares confirmam ataques de traficantes no Complexo da Maré

Terezinha Justina da Silva, de 64 anos, foi morta na noite de segunda-feira após levar dois tiros no Complexo da Maré
Foto:  Fabio Gonçalves / Agência O Dia
De acordo com os agentes de segurança, não houve revide aos ataques da noite de segunda-feira

ATHOS MOURA
Rio - A morte de Terezinha Justina da Silva, de 64 anos, na noite desta segunda-feira, no Complexo da Maré, segue sendo investigada. De acordo com policiais militares, duas viaturas do batalhão de campanha das Forças de Pacificação, que tinha PMs a bordo, foram atacadas por traficantes com mais de 50 tiros de fuzil.
Ainda segundo o policial, não houve revide dos militares e nem dos PMs e Terezinha Justina teria sido atingida neste momento com dois tiros, no tórax e abdômen. A idosa deu entrada no Hospital Federal de Bonsucesso às 22h07, com a morte confirmada às 22h40. De acordo com informação do PM, há possibilidade de haver mais vítimas.
"Por volta das 22h uma viatura recebeu tiros de criminosos e a informação que nós temos é que a patrulha não efetuou nenhum disparo", diz o major Alberto Horita, relações públicas da Força de Pacificação, em entrevista à CBN.
Foi a segunda morte na região num período de 48 horas. Na mesma segunda-feira, foi sepultado Jefferson Rodrigues da Silva, de 18 anos, morto no sábado por homens da Força de Pacificação.
A Polícia Civil investiga a morte de Jefferson. Em depoimento na 21ª DP (Bonsucesso), que investiga a morte do jovem, três PMs contaram que horas antes de supostamente trocar tiros com os fuzileiros navais e ser morto, Jefferson e o suspeito que o acompanhava e fugiu também teriam atirado contra uma guarnição da polícia.
Jefferson não tinha antecedentes criminais. Os soldados alegam que ele atirou contra os militares. A família diz que ele apenas se assustou e correu com a presença deles. A tia do jovem, a camelô Silvana Siqueira Soares disse que ele trabalhava em um lava-jato.
O titular da 21ª DP, delegado Delmir Gouveia, aguarda os resultados do laudo para dar continuidade a investigação.
O Dia/montedo.com

Marinha: preços em licitação chegam ao dobro do mercadinho da esquina

Dilma e o Comandante da Marinha (Imagem: PR)
Painel 

Ostentação...
A Marinha abriu licitação para comprar itens de alimentação por valores que chegam ao dobro do praticado pelo mercado. A lista somava R$ 234 milhões e incluía 907 garrafas de uísque 12 anos, 4.193 quilos de filé de salmão e uma tonelada de queijo camembert.

... naval
Constavam ainda 131.200 latas de cerveja de 350 ml ("similar a Brahma/Skol"), por R$ 3,83 cada (custam cerca de R$ 2 no varejo), e 88.750 sacos de arroz de 5 kg por R$ 20,20 cada, enquanto o preço em supermercados varia de R$ 11 a R$ 15.

Leia também:
MPF investiga comandante da Marinha por suposta improbidade administrativa
Versão 1.1
Contatada pela coluna na sexta-feira, a Marinha deu duas explicações para licitação. Primeiro, informou em nota que foi feita pesquisa de preços com oito empresas e que o edital foi submetido à análise da Consultoria Jurídica da União.

Versão 1.2
Como os licitantes são obrigados a manter os valores por 12 meses, disse a Força, eles não poderiam ser promocionais. A nota dizia que a compra previa abastecer 12 instalações e que parte dos itens poderia ser utilizada em formaturas.

Versão 2 
Depois de uma hora, a Marinha emitiu nova nota anunciando a suspensão da compra e a abertura de sindicância para apurar se houve excessos no orçamento e nas quantidades.

Em 2012, o comandante da Marinha recebeu R$ 70.663,60 em diárias, uma média de R$ 194 por dia.
Folha de São Paulo, via Blog do Coronel/montedo.com

Todos os lobos da Presidenta...

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