30 de abril de 2016

Pindaíba: Aeronáutica desliga radares por falta de recursos


A REDEMET, Rede de Meteorologia da Aeronáutica, deixou de operar na manhã de hoje (28) onze radares meteorológicos espalhados por todo território brasileiro. Os radares, estimados em 4 milhões de reais cada, faziam parte do serviço oferecido pela Aeronáutica aos operadores aéreos militares e comerciais como forma de transmitir em tempo real as condições climáticas garantindo assim um maior nível de serviço e segurança aos viajantes brasileiros e internacionais.

Em contato com a assessoria da Aeronáutica fomos informados que os seguintes radares foram desativados por tempo indeterminado:
O motivo foi confirmado como sendo necessário em decorrência das restrições orçamentárias enfrentadas pela Aeronáutica com a falta de repasse do Governo Federal. O fato ocorre dias após o rebaixamento do espaço aéreo pela IFALPA (International Federation of Air Line Pilot’s Association), órgão internacional responsável pela classificação dos espaços aéreos pelo mundo.
O rebaixamento ocorreu devido ao alto número de incidentes envolvendo aeronaves e balões ilegais. Após este rebaixamento o Brasil passou a ser classificado como Black Star (Criticamente Deficiente), tal rebaixamento tem efeitos muito sérios, não apenas em relação à segurança, mas também financeiros para as companhias aéreas.
Com a desativação dos radares fica claro o descaso do poder público com a situação crítica do espaço aéreo brasileiro, aumentando de forma significativa o risco de acidentes.

Veja a resposta da Aeronáutica ao desligamento dos radares
Untitled-1
Posicionamento oficial da Aeronáutica:

“O Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) possui 23 radares meteorológicos. Cinco deles, localizados em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal, estão temporariamente desligados devido a restrições orçamentárias.
Esses radares são ferramentas complementares para a captação de informações meteorológicas. É importante ressaltar que eles não são utilizados para o controle de tráfego aéreo. Além dos radares meteorológicos que continuam em operação, o SISCEAB conta com outras fontes de informação para previsões climáticas, como imagens de satélite e estações meteorológicas de superfície.”
PORTAL SISTEMA MPA/montedo.com

Exército recebe o primeiro carro elétrico

Ivan Plavetz
O Exército Brasileiro recebeu o primeiro veículo elétrico e um eletroposto que fazem parte do projeto piloto de segurança energética. Tanto o veículo quanto o posto de abastecimento serão monitorados pelo sistema de gestão de mobilidade inteligente Mob-i.ME, que captará energia solar por meio de 12 baterias de sódio que acumulam até 282 kWh.
Pioneiro no Brasil, o projeto Segurança Energética Módulo de Armazenamento de Energia possui um sistema híbrido, que pode coordenar várias fontes de energia simultaneamente, como a solar, eólica, hidrelétricas, diesel, biometano e geotérmica. Esse processo irá gerar uma economia de aproximadamente R$ 30 mil para o Exército mensalmente, cerca de 10% da sua fatura de energia. A economia poderá dobrar, caso o sistema seja acionado no horário de ponta, momento em que a energia custa mais caro.
A cerimônia de lançamento do projeto-piloto e da entrega do carro elétrico aconteceu no quartel general do Exército Brasileiro no Setor Militar Urbano, em Brasília. A concepção deste projeto é uma parceria entre a Força Terrestre, Itaipu Binacional e Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI).
“No nosso desenvolvimento militar, no aperfeiçoamento de sistemas de Defesa, o grande gargalo que encontramos hoje está exatamente na capacidade precária, ainda, de armazenamento de energia. O que estamos fazendo aqui tem uma clara e importantíssima perspectiva de futuro”, afirmou o comandante do Exército, general-de-exército Eduardo Villas Bôas.
“A Defesa será tão mais forte, quanto mais forte for a participação da área empresarial, da economia como um todo e da área científica e tecnológica”, defendeu o general.

Carro elétrico
O carro, da marca Renault Fluence Z, possui motor de 70 kw de potência com desempenho semelhante a um carro convencional movido à gasolina com motor 2.0 e 16 válvulas. O sistema Mob-i, que fará o monitoramento, foi desenvolvido pela empresa de tecnologia de Portugal CEiiA em parceria com a o Parque Tecnológico de Itaipú. O sistema permite monitorar a localização do carro, velocidade, deslocamento e redução da quantidade de CO2 emitidos.
O veículo foi cedido ao Exército em caráter de empréstimo por dois anos, renováveis por mais dois. O posto de abastecimento, montado no QG do Exército em Brasília, é capaz de fornecer energia para até dois veículos simultaneamente, carregando-os em quatro horas e proporcionando até 200 quilômetros de autonomia. Esta energia será provenientes dos 360 painéis fotovoltaicos instalados e conectados a seis inversores solares com potência total de 90 kW.
Armazenamento de energia
De acordo com o diretor geral da Itaipu Binacional, Jorge Miguel Samek, o sistema de armazenamento de energia faz parte de um projeto mais amplo que deverá ser consolidado até o final do ano. “Nós queremos neste ano consolidar a implantação desse projeto e, a partir daí, entrar em escala e em uma dinâmica que vá abastecendo toda a necessidade que o Exército possui”, acrescentou.
Segundo Samek, o primeiro grande container, que já saiu de Itaipu, chegará até o próximo mês de maio. O sistema será instalado em pelotões de fronteira e em outras organizações militares do Exército na região amazônica. Este procedimento faz parte de um acordo de cooperação firmado entre a Força Terrestre, Itaipu e a Fundação Parque Tecnológico Itaipu.
Também estiveram presentes na cerimônia, o secretário-geral do Ministério da Defesa, general Silva e Luna, a secretária de Produtos de Defesa (SEPROD), Perpétua Almeida, a diretora financeira executiva de Itaipu, Margaret Groff e o diretor-superintendente da FPTI, Juan Carlos Sotuyo.
TECNOLOGIA & DEFESA

ONU estuda opções para saída do Haiti

A ONU quer começar a sair do Haiti, depois de 12 anos de presença de tropas internacionais. Mas, para isso, terá de organizar uma transição e ter garantias do governo local de que terá capacidade para arcar com a segurança no país mais pobre do Hemisfério Sul. A Missão de Paz poderá ser transformada, em 2017, em uma missão política, mais enxuta e sem soldados ou policiais. Mas, até que uma decisão seja tomada, o governo brasileiro garante que ficará no Haiti e no comando das tropas, como vem fazendo desde 2004, e indica que está disposto a assumir um novo mandato. Oficialmente, a operação da ONU no Haiti acaba em outubro.
Um dos cenários é o de que, com as eleições nas próximas semanas e uma eventual estabilização política, um plano poderia ser desenhado para, progressivamente, reduzir a presença internacional. Uma das opções seria a de renovar o mandato da operação por mais seis meses e transferir a decisão final para março de 2017. Diplomatas consultados pelo Estado e envolvidos na negociação garantem que será fundamental não precipitar uma saída, o que colocaria em risco os ganhos de estabilização da última década. Desde 2004, só o Brasil já investiu mais de R$ 2,3 bilhões em suas tropas no Haiti, sendo reembolsado pela ONU em cerca de R$ 1 bilhão. Mas outra negociação se refere a quem lideraria a retirada.

Retirada
No ano passado, o então ministro da Defesa, Jacques Wagner, havia declarado no Senado que a missão no Haiti acabaria em 2016, “não por decisão nossa, porque, na medida em que nos incorporamos a um programa desses, ficamos um pouco submetidos à decisão das Nações Unidas”.
“No ano que vem, a previsão é de retirada total das forças não só do Brasil, mas das Nações Unidas”, afirmou.
Também pesa sobre o Brasil a pressão da ONU para que arque com suas dívidas sem precedentes. Até segunda-feira, ela chegava a R$ 1,3 bilhão. Se parte desse déficit não for solucionado, o Brasil corre o risco de perder o direito ao voto em 2017. Nos últimos meses, porém,o governo voltou a tratar dessa situação coma cúpula da ONU. Neste ano, militares brasileiros que estiveram nas Nações Unidas sinalizaram que as tropas estariam em condições de ficar no Haiti, caso fosse necessário para completar a transição. No fim de fevereiro, a presidente Dilma Rousseff também tratou do assunto com Michelle Bachelet, presidente do Chile.
Santiago também tem sido um dos principais colaboradores no Haiti. Uma decisão definitiva não foi tomada, até mesmo diante da instabilidade do atual governo. Mas uma das ideias que ganha força é a de que, se a transição for por tempo limitado, o Brasil poderia ampliar seu mandato e completar a missão de mais de uma década. Ao Estado, o Ministério da Defesa confirmou que, no caso de uma renovação do mandato por mais seis meses, a intenção é de permanecer no Haiti. “O Brasil tem a intenção de permanecer na Minustah, aguardando os futuros entendimentos com a Organização das Nações Unidas”, indicou.
“O Ministério da Defesa nunca declarou que entregará, em outubro, o comando da missão de paz das Nações Unidas no Haiti. Não existe qualquer intenção nem manifestação de interromper a presença brasileira na região”, disse o ministério, em nota. Fontes do alto escalão da ONU tinham afirmado ao Estado que a instabilidade política no Brasil e a incapacidade do País em pagar suas contas tinham aberto uma corrida por parte de governos que, na esperança de ganhar uma vaga no Conselho de Segurança da ONU, se lançaram em negociações para assumir o posto ocupado pelo Exército brasileiro. Segundo essas fontes, um dos casos em estudo seria o do Canadá. O novo primeiro-ministro, Justin Trudeau, havia colocado como uma de suas promessas de campanha a volta do país ao cenário internacional.
A imprensa canadense tinha revelado, no início de março, a possibilidade de uma participação mais ativa no Haiti e abriu os debates no país – com a oposição ao governo alertando que essa não era uma ideia a ser aprovada .
NOTA DO MINISTÉRIO DA DEFESA DO BRASIL
“O Brasil tem a intenção de permanecer na Minustah, aguardando os futuros entendimentos com a ONU. O Ministério da Defesa nunca declarou que entregará, em outubro, o comando da missão de paz. Não existe qualquer intenção nem manifestação de interromper a presença brasileira na região”

Canadá nega intenção de assumir comando no país
O governo canadense negou ontem que tenha projetos de assumir qualquer papel mais importante na missão de paz da ONU no Haiti. “Não há planos de o Canadá enviar mais tropas ou policiais à Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti) nem de assumir seu comando militar, que o Brasil lidera com muita habilidade e generosidade desde 2004”, informou Alison Grant, chefe da Seção Política da Embaixada do Canadá em Brasília, em nota enviada ao “Estado”.
“Neste momento, há 86 policiais e 5 oficiais militares do Canadá em destacamento na missão da ONU no Haiti, a maior contribuição do Canadá a uma missão das Nações Unidas”, completou a diplomata canadense.
O Estado de São Paulo/montedo.com

Aí, você acha que ninguém presta no Congresso e...PÁ!!! ouve um discurso destes.

Antigão x Modernão


29 de abril de 2016

Capitã de 27 anos é 1ª mulher a entrar para infantaria do Exército dos EUA

Kristen Griest entrou no Exército como policial militar em 2011.
Ela concluiu treinamento de planejamento tático de infantarias.
Do G1, em São Paulo
Kristen Griest, de 27 anos, fez história no ano passado ao ser uma das duas primeiras mulheres a se formarem na Ranger School, escola de elite do Exército americano com um pesado programa de treinamento de combate. Agora, ela concluiu um novo treinamento de carreira de capitães, que ensina planejamento tático de infantarias, e se tornou a primeira mulher capaz de liderar uma unidade de soldados de infantaria em combate.
Griest é de Orange, no estado de Connecticut, e entrou no Exército como uma policial militar em 2011. No ano passado foi uma das 19 mulheres a tentar a Ranger School, quando o serviço abriu para a participação de mulheres.
Em agosto, ela e Shaye Haver, piloto de helicóptero, se tornaram as duas primeiras mulheres a se formarem nos Rangers. Na época, Griest comentou que estava interessada em ver as novas portas que se abririam para as mulheres no Exército.
“Como qualquer outro oficial que deseja uma transferência de ramo, a capitã Griest solicitou uma exceção à política do Exército para transferência da polícia militar para a infantaria”, disse o porta-voz do Centro de Manobras de Excelência da base Fort Benning, na Geórgia, de acordo com o jornal “The Washington Post”. “Sua transferência foi aprovada pelo Departamento do Exército, e agora ela é uma oficial de infantaria”.
Lisa Jaster, a terceira mulher a se formar nos Rangers, em outubro do ano passado, disse ao “Washington Post” que Griest sempre almejou a infantaria. Ela “falava sobre querer estar na infantaria desde o primeiro momento que a conheci”, afirmou ao jornal, depois da confirmação de Griest no novo cargo.
“Estou orgulhosa de ela seguir seus sonhos e dar exemplo para os futuros soldados homens e mulheres”, disse Jaster.
Em dezembro, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ash Carter, anunciou que os empregos militares no país seriam “abertos” às mulheres, inclusive os postos de combate.
A infantaria é um ramo do Exército que por muito tempo foi considerado o último bastião de funções de combates de homens, segundo o jornal “New York Times”. Com essa mudança, segundo análise do jornal, o Exército atravessa mais uma barreira em sua promessa de aceitar as mulheres em todas as suas funções.
G1/montedo.com

Tocantins: soldados do Exército são transferidos para Brasília após passarem mal

Cinco jovens tiveram mal-estar e convulsões durante exercício.
Batalhão diz que um deles está em UTI; os outros apresentaram melhora.

Do G1 TO
Militares do exército passaram a manhã em treinamento no batalhão em Palmas (Foto: Carlos Moreira/ TV Anhanguera)Quatro militares que estavam internados em hospitais de Palmas foram transferidos para Brasília (DF). O outro soldado está internado em uma clínica particular da capital. Eles passaram mal após uma marcha de 12 km realizada pelo 22º Batalhão de Infantaria na última segunda-feira (25). Os homens apresentaram mal-estar e convulsões.
O Exército informou que a transferência foi feita na noite desta terça-feira (26). Conforme a corporação, Bruno Rodrigues Pereira está na UTI do Hospital das Forças Aramadas (HFA). Na enfermaria da mesma unidade está Silas Vilarins da Costa. Ele tinha previsão de alta do Hospital Geral de Palmas (HGP) e foi levado para fazer mais exames.
Os soldados Diego dos Reis Cajueiro e Danley Wesley Barbosa Gomes estão no Hospital Santa Lúcia, também em Brasília. Eles apresentaram melhora no quadro clínico, estão conscientes e orientados.
O único militar que continua em Palmas é Gabriel Carvalho Veloso, que estava no HGP e foi transferido para o Instituto Ortopédico de Palmas (lOP). Conforme o Exército, ele também apresentou melhora no quadro clínico. "O 22° Batalhão de Infantaria tem prestado todas as informações e assistência às famílias."
Leia mais
Militares do Exército são internados após passarem mal no Tocantins
Entenda
O Exército abriu uma investigação para apurar o que aconteceu com cinco militares do 22º Batalhão de Infantaria no Tocantins. Eles passaram mal após uma marcha de 12 km que durou três horas e foram internados em dois hospitais de Palmas. Conforme a corporação, 420 homens participaram da mesma atividade.
Depois da marcha, os soldados almoçaram e descansaram antes de saírem para fazer uma outra atividade. Nesse momento apresentaram os sintomas de mal-estar e convulsão.
G1/montedo.com

Poucos recursos, muita competência!

Arquivo do blog

Compartilhar no WhatsApp
Real Time Web Analytics